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DETET´S (CAMPOS DEDETIZAÇÃO)

  • Pessoa de contato: CLEBER DETETS.
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  • Endereço postal: RUA BOANERGES PINHEIRO. Nº 960.(EM FRENTE AO RESTAURANTE DA CARMINHA ., ITABAIANA/SE, Sergipe, 49500-000, Brasil

Renovações do site

DETETS CAMPOS DEDETIZAÇÃO

DETETS   CAMPOS DEDETIZAÇÃO

08/04/12

LIMPEZA DE CAIXA D'ÁGUA E RESERVATÓRIO

PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA POTÁVEL

Esgotamento de reservatório de água, por processo mecânico.
Escovação com vassoura de nylon para não afetar a impermeabilização do reservatório;
*Retirada de toda lama, lodo e outras sujeiras pelo sistema mecânico.
NÃO SENDO NECESSÁRIO USO DE BALDES E LATAS, PARA NÃO DANIFICAR A IMPERMEABILIZAÇÃO.

*Caixa de amianto ou fibra feita por processo de aspiração.
Obs.: Nas caixas de amianto ou fibra não utilizamos processo de escovação em razão da fragilidade da matéria prima da estrutura dos reservatórios serem muito sensíveis, para esgotamento dos reservatórios não utilizamos nenhuma torneira do imóvel. Todo o processo de esgotamento é feito por nossos equipamentos e mangueiras de engates rápido evitando assim, entupimento nas torneiras da residência. Enxágue e Desinfecção dos Reservatórios Desinfecção dos reservatórios com hipoclorito de sódio a 12 ppm.Verificação do estado físico do reservatório (rachaduras, fendas, ferragens expostas, vazamentos, etc.) caso tenha irregularidade constará na Ordem de Serviços conforme Artigo 2º da LEI nº 1893 e do Decreto nº 20.356 de 17.08.1994 (tipo questionário entregue no ato da execução).

NOTÍCIAS E CURIOSIDADES
OS FATOS E MITOS SOBRE AGROTÓXICOS NO BRASIL.

28/03/2012 – Há muitos fatos que levam pessoas que não conhecem cientificamente o tema, a discorrerem e buscarem explicações, quase sempre, infundadas sobre esta tecnologia. Os agrotóxicos, defensivos agrícolas, pesticidas, todas estas definições são sinônimos. Portanto, se você for questionado a respeito destes nomes, saiba que está falando do mesmo tema, apenas com designação diferente. No Brasil de acordo com Lei 7.802 o termo aprovado foi "Agrotóxico". Como em algumas discussões calorosas, em geral, usamos a ideologia e esquecemos a ciência. No resto do mundo o termo agrotóxico é chamado de pesticida ou "pesticide". Neste contexto, observamos alguns artigos, em especial, ao da revista Veja – "A verdade sobre os agrotóxicos" – baseado em ciência, consultando grandes cientistas que respondem as principais dúvidas sobre o assunto para que as senhoras – donas do lar, os senhores empresários, estudantes – que estão longe dos campos, gostariam de entender sobre esta tecnologia que, felizmente, revolucionou a agricultura brasileira. É fundamental que vocês saibam que estes produtos são responsáveis por nossa alimentação.

Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que, se não existisse este tecnologia, cerca de 40% do que é produzido de alimentos seria perdido. Porém, temos de respeitar as opiniões contrarias a esta tecnologia, a exemplo quando o Brasil iniciou o processo da biotecnologia. No entanto, felizmente quem predominou neste caso foi à ciência. Senhoras do lar: não comemos "agrotóxicos" todos os dias, fiquem tranqüilas. Recentemente, li uma publicação que recomenda comer somente produtos orgânicos "recomendo que os alimentos listados acima sejam orgânicos" referindo-se a lista divulgada pela Anvisa. Será que isso resolve ou nos põe em risco? Exemplos mostrados pelos meios de comunicação a respeito da contaminação de brotos de feijão na Alemanha com a bactéria E. coli causou a morte de pelo menos 30 pessoas, e isso não seria relevante para termos mais cuidados.

Há estudos científicos que comprovam que orgânico é melhor que convencional? Pesquisando encontramos um estudo conduzido pela Agência de Alimentos do Governo da Inglaterra e o trabalho publicado no American Journal of Clinical Nutrition, representa a maior revisão de estudos já feita sobre o tema com 162 artigos científicos publicados nos últimos 50 anos. De acordo com os pesquisadores, os alimentos chamados orgânicos — aqueles que utilizam fertilizantes e defensivos agrícolas e não-derivados de ingredientes químicos — não têm benefícios nutricionais superiores aos dos alimentos cultivados com adubos e defensivos sintéticos. Será que os alimentos produzidos na Inglaterra e nos Estados Unidos são diferentes dos produzidos no Brasil?

Talvez, em paladar, alguns, mas em componentes nutricionais é muito difícil. Outro dado interessante é que toxicologistas do mundo inteiro nunca comprovaram casos ou problemas de câncer relacionados aos defensivos em seres humanos, o que há são hipóteses, mas nunca relacionado à alimentação e sim a exposição dos aplicadores.

Pois bem, esclarecer é fundamental. Acredito que hoje vocês imaginam que não sejam utilizados produtos químicos na agricultura orgânica, estou certo? Que exista controle do que é utilizado na produção orgânica pelas autoridades? Vocês já ouviram falar em calda bordalesa e óleo de nin ambos usados na agricultura orgânica? Eis a resposta: são produtos químicos, mas não sintetizados, que tem suas restrições de uso como os defensivos, portanto, estamos colocando em conflito a agricultura, ambas são importantes e têm seus clientes, o que precisamos são pessoas que busquem as respostas na ciência e não na ideologia.

Diante dessas premissas existem questões que devemos refletir como, por exemplo, se não houvesse mais agrotóxicos no mundo, será que o custo dos alimentos seria o mesmo? Será que 37% dos empregos gerados no Brasil existiriam? Vamos mais longe: será que manteríamos a balança comercial do Brasil no verde? Pois é, antes de criticarmos algo, precisamos refletir sobre as implicações que tais decisões possam afetar em nossas vidas. Dito isto, pesquisas que duram anos para que um defensivo esteja apto a ser comercializado, apresento-lhes algumas informações importantes. Os fatores de segurança utilizados para estes produtos são na ordem de 100 quanto ao risco de exposição (aplicador), pois consideramos que o homem é 100 vezes mais sensível que um camundongo. Para comparar, na construção civil o fator usado fica em torno de quatro. No quesito segurança alimentar, estamos preocupados com a seguinte a pergunta: "comer alimentos onde se usa agrotóxicos é seguro?". Respondo a vocês com todas as letras "SIM", é seguro.

Para que vocês entendam este processo e conceitos, é preciso esclarecer algumas métricas. No Brasil, a própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – que divulga dados do monitoramento de agrotóxicos nos alimentos, utiliza estes conceitos: Limite Máximo de Resíduos — LMR — é a quantidade máxima de resíduos permitido, para um determinado produto, em uma determinada cultura. É um valor para o mercado, mas dentro da faixa de segurança toxicológica. Um valor acima do LMR significa que o produto é impróprio para o mercado, mas isto não quer dizer que seja um problema toxicológico (muito pelo contrário, os valores de segurança determinados pelo governo apresentam altos fatores de segurança, igual ao que se pratica no mundo todo).

O outro fator é Ingestão Diária Aceitável — IDA — valor, determinado pela Anvisa, no Brasil, que significa a quantidade máxima de uma determinada substância que pode ser ingerida, por toda a vida, que parece não oferecer risco à saúde humana, à luz dos conhecimentos atuais. É um parâmetro global, definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e aplica-se a toda substância química que possa ser ingerida, não se restringindo aos defensivos agrícolas. Após esclarecer estes conceitos, chegamos ao ponto de partida: os resultados do PARA (Programa de Analise de Resíduos de Agrotóxicos) são importantes, porém sua amostragem é insatisfatória, pois analisou e divulgou dados de alimentos consumidos no ano anterior e, infelizmente, de forma direcionada e ideológica, colocando receio nas pessoas que vivem nas cidades.

Vejam, quando se fala que, 91,8% das amostras de pimentão, 63,4% do morango, 57,4% do pepino, como exemplo, estão contaminadas ou reprovadas, não significa que você estará intoxicado ou haverá algum dano a sua saúde caso utilize este alimento. No caso do pimentão é mais emblemático ainda: das 91,8% das amostras analisadas nenhuma amostra apresentou LMR acima do permitido. O que ocorreu foi o uso não autorizado deste defensivo para produzir este alimento. E agora, devemos proibir a produção de pimentão, sendo que o próprio governo não autoriza produtos para a cultura? E o produtor está errado em produzir e usar estes produtos?

Atualmente no Brasil, produtores de tomate têm como segunda receita a produção de pimentão, que utiliza praticamente os mesmos defensivos utilizados no tomate, pois as pragas são as mesmas. Além disso, hoje não há no mercado produtos autorizados pelos órgãos responsáveis (MAPA, Anvisa e Ibama), de quem é a culpa? São questões difíceis de serem respondidas, pois estamos falando de pessoas que vivem desta atividade.

Por fim, acredito que devemos pautar estes assuntos com muita serenidade e com dados científicos é importante para o esclarecimento público. Já revisões, opiniões sem conhecimento e dados, levam as pessoas que não conhecem a discriminar ambas as atividades, tanto orgânico como o convencional. Agricultura Orgânica é importante? Claro, o problema é que o Brasil está muito aquém de termos uma agricultura orgânica exemplar, somos um país tropical, onde as pragas destroem as culturas, caso não sejam protegidas, e a função principal do defensivo é proteger as plantas, nada mais. E agricultura convencional é importante? Importantíssima, não vivemos sem alimentos e, de preferência, baratos, por isso rastreabilidade e segurança alimentar são bem-vindas ao nosso dia-a-dia. O que precisamos é fundamentar e esclarecer as pessoas que estão nas cidades de forma cientifica, para não criarem receio em nos alimentarmos. Como dizia um grande professor e médico da Unicamp Sr. Zeferino Vaz (in memorian) "quando a ideologia entra para porta da frente da universidade a ciência sai pela porta dos fundos." Que levemos isto para nossas vidas

NOTÍCIAS E CURIOSIDADES
FORMIGAS: OS PROBLEMAS QUE ELAS PODEM NOS CAUSAR.

26/03/2012 – O botânico francês Augustin Saint-Hilaire visitou o Brasil no século 19 e, assustado com os efeitos do calor insuportável, que fazia proliferar insetos de todos os tipos, fez uma frase de efeito que se tornou histórica: “Ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil”. Quase 200 anos depois, a cidade de São Paulo enfrenta uma verdadeira invasão de formigas que têm atormentado a vida de muita gente. Segundo a Aprag (Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas), a incidência desse tipo de inseto aumenta naturalmente cerca de 25% no calor e neste verão teve um acréscimo de 15% sobre o verão passado.

“O aumento na incidência dessa praga urbana está associado ao desenvolvimento urbano e ao crescimento das cidades”, disse o biólogo Sérgio Bocalini, vice-presidente da Aprag. “E ela não é tão inofensiva como se pensa”, afirma.

Segundo o biólogo, a formiga pode funcionar como vetor de várias doenças e deve ser eliminada de dentro das casas. “Do mesmo jeito que elas circulam pelos cestos de lixo dos sanitários elas andam sobre os alimentos, levando micróbios nocivos à saúde”.

Bocalini disse que alguns cuidados básicos podem evitar a proliferação do inseto. “Vedar frestas de pisos, azulejos, portais e de outros locais que ofereçam condições de abrigo para as formigas é uma atitude que faz toda diferença”, afirmou. “Além disso, cuidados básicos de higiene, como não deixar alimentos expostos na cozinha e evitar levar comida para o quarto ou escritório, também ajudam”, diz o especialista.

A dona de casa Odete Garcia, moradora do Jabaquara, na Zona Sul, contou que já tentou de tudo mas não consegue se livrar das formigas. “Eu amarro o saco de pão para elas não entrarem, deixo o açucareiro dentro de um pires com água, mas não adianta”, disse. “Elas surgem de onde a gente menos espera”, declara.

No refeitório da empresa onde trabalha o administrador Jocleilson Santos, também na Zona Sul, nem mesmo a dedetização resolveu o problema. “Elas mudam o comportamento conforme vamos isolando os alimentos”, disse. “Escondemos o açúcar e elas vão no pão”, contou. “Tiramos o pão de circulação e elas vão nas frutas. É um inferno”, diz.

O biólogo da Aprag disse que o tipo mais comum dentro das residências é a chamada “formiga fantasma”, ou Tapinoma melanocephalum, espécie que tem o hábito de se movimentar em fileiras perfeitas, preferencialmente infestando alimentos ricos em açúcar.

Segundo Bocalini, quando o problema é recorrente, é necessário, além da mudança de hábitos, subsídios de especialistas. “Deve-se dedetizar a cada seis meses o local por empresa licenciada junto à Vigilância Sanitária e com registro profissional do técnico responsável”, afirmou. “E os produtos devem ter registro da Anvisa”, finaliza.

NOTÍCIAS E CURIOSIDADES
PEQUENAS PRAGAS QUE CAUSAM GRANDES INCÔMODOS.

09/03/2012 – Todas as famílias já enfrentaram problemas com esses pequenos insetos que juntos causam bastantes incômodos. O verão é a estação em que os cupins, baratas e formigas mais aparecem. Só que essas pragas podem ser eliminadas e, com alguns cuidados, nem invadirem as residências.

O técnico Claudenir Machado comenta que os cupins trabalham o ano todo. Eles são insetos sociais que possuem reis, rainhas e os operários. “Dentro da madeira eles aproveitam as celulose e colocam para fora o que não é aproveitável, que são os farelos encontrados nos cantos da casa e perto dos móveis”, explicou. Segundo ele, nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro e março, os cupins saem da toca para formar colônias. “Eles fazem o voo nupcial, acasalam, perdem as asas e entram na madeira para formar novas colônias, onde ficam o ano todo até iniciar o novo ciclo”, informou.

O trabalho de descupinização deve acontecer no forro, quando são identificadas as colônias, injetados os produtos para a eliminação e em seguida são realizadas a limpeza e pulverização do espaço.

As baratas também podem ser exterminadas. Nesta época, conforme o técnico, elas costumam sair das caixas de gorduras e entrar nas casas. “Por isso é sempre bom manter as caixas de gorduras limpas, os recipientes dentro de casa fechados, remover os amontoados de papelões (o que serve também para as aranhas) e utilizar nos ralos as tampas que abrem e fecham”, sugeriu.

As formigas, apesar de menores, também causam incômodos, principalmente em apartamentos. “Uma colônia de formigas pode estar em mais de um andar. Geralmente formam ninhos atrás de azulejos e em tomadas. Só que quando as pessoas aplicam inseticidas nesses locais estão matando apenas 20% da colônia, pois são as que saem para buscar alimento”, esclareceu dizendo que, além disso, estão dispersando o grupo proporcionando a formação de mais colônias.

NOTÍCIAS E CURIOSIDADES
CHUVAS AUMENTAM NÚMERO DE ANIMAIS SINANTRÓPICOS.

09/03/2012 – A Semusa (Secretaria Municipal de Saúde de Ji-Paraná), por meio do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), alerta a população para que tenha cuidados redobrados nesta época do ano. Com o período de chuvas há um aumento de animais sinantrópicos como o caramujo Africano, escorpião, baratas, entre outros.

É necessário que se mantenha o quintal sempre limpo evitando que os mesmos entrem nas residências. “Vedar a soleira da porta, frestas de janela, tapar ralos de banheiros e pias, vedar quaisquer frestas em parede, realizar limpezas em caixa de gordura”, essas são algumas das medidas preventivas pelos técnicos de Controle de Zoonoses.

Segundo a equipe do Centro de Controle de Zoonoses em Ji-Paraná, o maior problema é em relação ao caramujo Africano, que nesta época de chuvas desenvolve muito rapidamente, pois, é uma espécie hermafrodita que se reproduz rapidamente.

Os moradores dos bairros Duque de Caxias, Beira Rio, Primavera e São Francisco estão preocupados com o aparecimento de caramujos que estão subindo o muro próximo aos lotes abandonados e invadindo as casas. Segundo a dona de casa Marli Andrade de Souza, seu lote está sujeito a abrigar os caramujos também: “Minha preocupação é de passar para o meu lote porque ele é limpo”, enfatizou.

Um dos principais transtornos urbanos enfrentados por milhares de ji-paranaenses é o descaso e o abandono de proprietários de terrenos que não recebem limpeza, nem manutenção regularmente. Os problemas são diversos e transcendem aos incômodos, pois afetam questões ligadas à saúde pública. O tempo úmido maximiza a situação, ajudando na proliferação do animal.

Para combater esse animal deve ser tomadas algumas providencias: recolher o animal com o auxílio de luvas, ou seja, não tocá-lo, em seguida o coloque em um recipiente com água e sal ou queime-o.

A Achatina Fulica, popular “Caramujo Gigante Africano” tem invadido casas, prédios e terrenos baldios de Ji-Paraná. A Secretaria Municipal de Saúde, por meio de uma equipe de agentes, vinha realizando trabalhos de prevenção e combate ao molusco, mas teve que remanejar quase todo o pessoal de serviço para prestar apoio ao combate da dengue na cidade. O Ministério da Saúde não dispõe de um órgão próprio para combater a invasão destes animais que são de grande perigo para saúde pública. Em Ji-Paraná, medidas vêm sendo tomadas para evitar que a população se contamine com a doença que os caramujos hospedam.

“Os caramujos são moluscos nativos do nordeste da África. Possui alta capacidade reprodutiva e coloca até 1600 ovos por ano, alimentam-se de frutas, verduras, hortaliças e até mesmo de papelão, de plástico e de tinta de parede e até fezes de animais. Além disso, não possui predador natural, o que favorece sua rápida proliferação”, informou os agentes do Centro de Zoonoses.

Dicas para eliminar o caramujo:

Comum nesta época do ano o caramujo africano pode colocar em risco a saúde das pessoas, a praga urbana se prolifera com facilidade e deixa em alerta as Secretarias Municipais de Saúde.

Biólogos explicam que a forma ideal para conter o molusco é queimá-lo, e logo em seguida enterrar a carapaça para que não acumule água e vire criadouro do mosquito da dengue. Eles lembram ainda, que o manuseio deve ser feito sempre utilizando luvas. Os caramujos recolhidos também podem ser esmagados, cobertos com cal virgem e enterrados.Outra dica é que não é recomendado jogar sal, pois a secreção que fica no chão pode causar doença – caso o crustáceo esteja contaminado por microorganismos pode afetar o sistema nervoso central do homem, causando cegueira e meningite. O contato com o caramujo também pode provocar problemas intestinais graves.

LEGISLAÇÃO

LEI Nº 1893 DE 20 DE NOVEMBRO DE 1991 (DECRETO Nº 20.356 DE 17 DE AGOSTO DE 1994)

Art. 1º – Estão sujeitos ás determinações da lei nº 1.893, de 20.11.91, todos os estabelecimentos do Estado do Rio de Janeiro, públicos ou privados, que mantenham os reservatórios de água destinada ao consumo humano.
Art. 2º – Competirá á Fundação Estadual do Meio Ambiente – FEEMA, como órgão técnico de controle ambiental, proceder à fiscalização de acordo com o disposto no art. 2º da lei nº 1.893, 20.11.91.
Art. 3º – Ficam os estabelecimentos obrigados á execução semestral de limpeza e higienização dos reservatórios da água destinados ao consumo humano, bem como á realização de análise bacteriológica da água imediatamente após a limpeza.
& 1º – Sem prejuízo do disposto no caput deste artigo, os estabelecimentos deverão manter, adequadamente, as condições físicas dos reservatórios, notadamente no que permite as condições da higiene e limpeza.
& 3º – Os serviços de limpeza e higienização dos reservatórios e a coleta de higienização e dos resultados das analises de água deverão ser arquivados no estabelecimento pelo período mínimo de 02 (dois) anos, afim de que sejam apresentados á fiscalização da FEEMA sempre que solicitados.
& 4º – Os serviços de limpeza e higienização dos reservatórios e a coleta de amostras de água deverão ser executados por firmas registradas na FEEMA ou por pessoa física, vinculada ao estabelecimento, desde que devidamente capacitada pela FEEMA.
& 7º – Sempre que julgar necessário, a FEEMA poderá intimar o responsável pelo estabelecimento a proceder à manutenção, limpeza e higienização dos reservatórios, bem como a analise da água, independente do transcurso do prazo previsto do caput deste artigo.
Art. 4º – Os responsáveis pelos estabelecimentos deverão afixar em local de fácil acesso e de visualização pelo publico os seguintes documentos.

I – As conclusões do laudo da última análise bacteriológica da água consumida realizada, mencionando o padrão de potabilidade;
II – O nome do responsável pelo serviço de limpeza e higienização;
III – O telefone da FEEMA para consultas e denuncias sobre a água consumida.

DEDETIZAÇÃO
DEDETIZAÇÃO RESIDENCIAL

É uma dedetizadora totalmente preparada e certificada a realizar serviços de dedetização residencial. Este tipo de procedimento envolve um trabalho cuidadoso e profissional pois lida com a saúde das pessoas e animais de estimação. Além disso, a escolha dos produtos e formas de aplicação da Insect Bye visam não deixar cheiro e eliminam as pragas sem a necessidade de sair de casa.Após a intervenção no local a Insect Bye realiza o trabalho preventivo para que o retorno das pragas não ocorra e sua família fique sempre protegida.

DEDETIZAÇÃO INDUSTRIAL

No processo de dedetização industrial a Insect Bye inicia o trabalho com um vistoria detalhada de toda a área protegida, visando à localização de focos existentes, a identificação de pontos vulneráveis para a proliferação de pragas e vetores, avaliação de falhas de estrutura e acabamento que propiciem abrigo. Relatórios dos dados levantados, com fotos (quando necessário), diagnósticos, estratégias, medidas adotadas, sugestões de medidas e correçõea serem adotadas e implantadas.Orientação a todos os que freqüentam os locais controlados (moradores e/ou funcionários) sobre hábitos e atitudes que favorecem a procriação de vetores e pragas.Combate químico as pragas existentes, utilizando-se os métodos mais adequados a cada caso (spray – gel – granulado – iscas – blocos – pós – atomização – barreira química – pincelamento – insuflação, etc…).

Minimização do uso de produtos químicos visando à saúde e segurança de pessoas e animais domésticos além de proteção ao meio ambiente. A prevenção deverá sempre prevalecer sobre a correção.Vistorias mensais em sistema contínuo de monitoramento: lacraias – moscas – mosquitos – camundongos – carrapatos – lesmas – lagartas – cupins – brocas – pombos – morcegos, etc.

RESULTADOS

  • Redução de forma significativa e eficaz a presença de pragas nas suas instalações.
    *Diminuição do uso de praguicidas e dos riscos de contaminação ambiental.
  • Minimiza os riscos de contaminação de seus produtos.
  • Reduz os riscos de danos a equipamentos e acidentes causados por pragas.
    *Conscientiza seus funcionários.

SERVIÇOS

CONTROLE DE PRAGAS URBANAS

A proliferação de pragas urbanas como ratos, insetos, cupins, etc. podem causar sérios problemas de saúde pública. A Insect Bye oferece a solução para este problema, com segurança e qualidade.

Saiba mais
TÉCNICAS DE CONTROLE DE PRAGAS

O controle de pragas deve ser feito de acordo com rigorosos procedimentos a fim de evitar riscos e contaminação. Saiba mais sobre as técnicas utilizadas pela Insect Bye.

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CONTROLE PREVENTIVO DE PRAGAS

O CPP (Controle Preventivo de Pragas) é a somatória de várias ações dentro de um único plano de ações que, quando utilizadas de forma correta, irão proporcionar o controle eficiente das pragas alvo.

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AVISO DE SERVIÇO DE DEDETIZAÇÃO
Faça o download de aviso do serviço e programe sua dedetização de maneira segura e organizada.

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LEGISLAÇÃO

Todos os nossos processos são realizados de acordo com a legislação brasileira vigente. Adotamos normas e procedimentos de acordo com a lei. Clique e saiba mais sobre as normas exigidas.

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CERTIFICADO INEA

Dedetizadora certificada pelo INEA. O Instituto Estadual do Meio Ambiente certifica empresas que atendem aos rigorosos padrões exigidos.

TÉCNICAS DE CONTROLE DE PRAGAS URBANAS
BARATA/FORMIGA:

Sistema Triplo Ataque (Gel, Pó e Líquido) com maior eficiência e eficácia, sem precisar sair de casa, produto sem cheiro e antialérgico.

RATO (DESRATIZAÇÃO):

Combate direcionado a ratos, camundongos e ratazanas, alem do tratamento aplicado é passado medidas preventivas, visando a eliminação das condições de acesso, abrigo, alimentação e água.Combate com raticidas, anticoagulantes à base de brofifacoun e hidroxicumarina, receituário aprovado pela, fundação estadual de engenharia do meio ambiente – feema. apresentam as características de:

Resultados comprovados , eliminando os roedores por hemorragia interna após 4 dias da ingestão do produto.O rato não associa a morte do outro a ingestão do produto , evitando a recusa do veneno.O óbito do animal é praticamente sem cheiro, e magro, sem inchaço.

Utilizamos raticidas desenvolvidas para tempo seco ou chuvoso e locais de umidades freqüentes.
Baixa toxidade.
Estes produtos oferecem menores perigos aos animais domésticos e ao ser humano.
Todos com antídotos para casos de acidentes (vitamina K1)
Local de tratamento / diversosEstoques, bomboniere, forro, copa-cozinha, banheiros, central de ar condicionado, banheiros e trilhas de passagem do animal para se alimentar.
CUPIM (DESCUPINIZAÇÃO):

Tratamento com produtos e solventes desodorizados, através de aplicação com pincelamento, pulverização ou injeção.

DEDETIZAÇÃO DE BARATAS

Sistema Triplo Ataque. Tratamento com Gel, Pó e Líquido (pulverização) que proporciona maior eficiência e eficácia. O tratamento é feito sem que precise sair de casa, pois, o produto não tem cheiro e é antialérgico. Não prejudicando o ambiente domiciliar.

SEM CHEIRO – SEM SUJEIRA – SEM SAIR DE CASA

Este inseto de corpo achatado tem hábitos noturnos. E por isso, se for visto durante o dia, há a possibilidade de significar infestações de enormes proporções ou diminuição da fonte de alimento.

A barata geralmente tem preferência por ambientes úmidos e quentes (melhor se houver pouca ou nenhuma luz). É onívoro (come qualquer tipo de alimento) e a maioria das espécies gosta de viver reunido em grandes grupos, onde há indivíduos de todas as idades. Buscam abrigo e esconderijo nas fendas, gretas, rachaduras e pequenos espaços, onde se sente protegida e permanecem durante 70 a 75% do seu tempo. Muito rápida, a barata consegue escalar facilmente superfícies verticais — incluindo o vidro, graças às formações almofadadas nas pontas de seus tarsos.

A barata desenvolve-se por metamorfose gradual (incompleta) onde há ovos, ninfas e adulta. A fêmea, após a fecundação, produz uma bolsa de quitina (denominada ooteca), no interior da qual estarão protegidos seus ovos em número variável segundo a espécie (na barata alemãzinha – Blatella germânica – são 46). As ninfas recém-saídas da ooteca têm coloração quase branca e vão adquirindo a cor característica das baratas à medida que o tempo passa. Há uma sucessão de estágios ninfas, dependendo da espécie, até chegar à idade adulta, quando a barata terá asas completamente formadas (há algumas espécies como a Blatta orientalis que não voa, enquanto que a Periplaneta americana – barata americana, barata dos esgotos – voa muito bem a grandes distâncias).

DOENÇAS TRANSMITIDAS

Gastroenterites, dermatites, verminoses, conjuntivites, alergias, poliomielites, herpes, intoxicação alimentar. Não perca tempo! Imprima aqui seu cupom de desconto e acabe que as baratas agora!

DEDETIZAÇÃO DE RATOS | DESRATIZAÇÃO

Além do tratamento, são passadas medidas preventivas, visando a eliminação das condições de acesso, abrigo, alimentação e água.
Combate com raticidas, anticoagulantes à base de brofifacoun e hidroxicumarina, receituário aprovado pela, fundação estadual de engenharia do meio ambiente – feema . apresentam as características de:
– Elimina os roedores por hemorragia interna após 4 dias da ingestão do produto.
– O rato não associa a morte do outro a ingestão do produto, evitando a recusa do veneno. – O óbito do animal é praticamente sem cheiro, e magro, sem inchaço.
– Utilizamos raticidas desenvolvidas para tempo seco ou chuvoso e locais de umidades freqüentes.
– Baixa toxidade.
– Todos os produtos contém o antídoto (Vitamina K1) para casos de acidentes.

RESULTADOS COMPROVADOS NO COMBATE A ROEDORES!

Universalmente temidos e abominados, os ratos, ratazanas e os camundongos, vem acompanhando o homem na maioria das áreas habitadas no mundo.

A facilidade de adaptação permitiu que estes roedores ocupassem, ao longo de vários séculos, todos os continentes, inclusive ilhas isoladas do Oceano Pacífico.

No Brasil os registros históricos citam a presença de ratazanas nas caravelas portuguesas . Inicialmente ficaram confinados nos portos e cidades litorâneas, mas o crescimento destes centros urbanos e o desenvolvimento dos meios de transporte favoreceram a infestação em cidades da região central como Brasília e Belo Horizonte.

No ambiente urbano, os roedores são responsáveis por grandes prejuízos econômicos, contaminando alimentos e ocasionando, inclusive, incêndios ao roerem o isolamento de fios elétricos.

DEDETIZAÇÃO DE FORMIGAS

Sistema Triplo Ataque. Tratamento com Gel, iscagem e pulverização (base de pó e líquido) que proporciona maior eficiência e eficácia. O tratamento é feito sem que precise sair de casa, pois, o produto não tem cheiro e é antialérgico. Não prejudicando o ambiente domiciliar.

TRATAMENTO COM GEL – LÍQUIDO – PÓ – ISCAS
FORMIGA DOCEIRA

Um grupo de seis espécies diferente de formigas freqüenta o interior das residências, hospitais, lojas de comércio e indústrias. Ali se estabelecem com facilidade e procriam, chegando a causar infestações que podem ser extremamente incômodas e até perigosas, como é o caso dos hospitais e outros estabelecimentos médicos. Esse grupo de formigas, denominadas como "formiga doceira”, às vezes pode ser difícil de serem combatidas e eliminadas, retomando as áreas tratadas bem pouco tempo depois do tratamento aplicado. Seu combate bem sucedido numa área alvo depende da eliminação da formiga rainha do formigueiro, que nem sempre pode ser alcançada pelos tratamentos comuns de pulverização ou iscagem. Há duas formas de tratamento e extinção completa das formigas doceiras: através de uma isca sólida com o produto e outra, mais profissional, através de uma única aplicação do biocida microencapsulado.

DEDETIZAÇÃO DE PULGAS

A pulga é um dos insetos mais bem sucedidos na Natureza. É cosmopolita e destituída de asas em todas as fases de sua vida; cresce por metamorfose completa (ovo-larva-pupa e adulto).

Com formas estreitas, a pulga adulta caminha confortavelmente por entre os pelos de seus hospedeiros (cão ou gato, preferencialmente), onde põe seus ovos. Sua boca é do tipo mastigador-sugador o que lhe permite cortar a pele do hospedeiro e sugar o sangue. A pulga fêmea põe alguns ovos por dia depois de fecundada, até 200 a 400 ovos, que caem ao solo com os movimentos do animal. No solo, o ovo pode liberar a primeira larva em dois dias até algumas semanas, dependendo das condições ambientais de temperatura e umidade (a maioria, de 7 a 14 dias).

As três fases de larva que se seguem, muito pequenas, alimentam-se principalmente das fezes das pulgas adultas, que contêm sangue semidigerido. Cerca de 7 a 10 dias depois, a larva III procura um local seco com ciscos e poeira para formar um casulo, no interior do qual vai desenvolver-se a pupa. Cerca de 7 a 14 dias depois, estará finalizado dentro do pupário um pré-adulto, pronto para emergir assim que as condições ambientais forem favoráveis. Se não forem, o pré-adulto poderá permanecer no interior do casulo quase até um ano sem se alimentar.

Ao emergir do casulo, a pulga adulta, faminta, começará a dar enormes saltos, até atingir um cão ou um gato (às vezes, uma pessoa). Depois de alimentados, machos e fêmeos podem copular tanto sobre o hospedeiro quanto no solo, reiniciando o ciclo.

DEDETIZAÇÃO DE CUPINS | DESCUPINIZAÇÃO

Tratamento com produtos e solventes desodorizados, através de aplicação com pincelamento, pulverização ou injeção.

TRATAMENTO COM PRODUTOS E SOLVENTES SEM CHEIRO
MODERNAS TÉCNICAS DE APLICAÇÃO

Embora existam mais de 2.000 espécies diferentes de cupins já catalogadas cientificamente em todo o planeta, duas delas causam maior volume de problemas no Brasil, e suas técnicas de controle são bem diferentes. O serviço contra cupins de madeira seca e cupins subterrâneos, a ser realizado em madeiras e estruturas, deverá ser feito com aplicações de injeções e pulverizações de inseticida líquido. Pedimos o afastamento de crianças, animais e pessoas idosas por período de 6 horas e, pessoas muito sensíveis ou asmáticas, por 24 horas.

CUPIM DE MADEIRA SECA

Criptothermes em várias espécies apresenta cupinzeiros menos complexos que os do cupim de solo. Seus cupinzeiros geralmente estão embutidos dentro da própria peça de madeira que foi atacada, o que torna seu controle mais simples. É um inseto bastante sensível a quaisquer inseticidas, desde que adequadamente aplicados.

CUPIM DE SOLO

Coptothermes havilandi possui uma estrutura social bastante complexa e seu cupinzeiro pode atingir grandes proporções, não raro sendo difícil sua completa erradicação. Os fundamentos do combate e controle do cupim de solo baseiam-se na eliminação da rainha, a térmita mãe, a única fêmea fértil da colônia. De nada adianta eliminar milhares e milhares de cupins de uma colônia se a rainha não for suprimida. Em pouco tempo ela, através de uma enorme produção diária de ovos, substituirá os indivíduos eliminados recuperando a colônia toda. O cupinzeiro, geralmente, está localizado no subsolo, dentro do próprio perímetro da residência ou condomínio, ou nas adjacências. Eventualmente poderá localizar-se no interior de tijolos vazados das paredes da edificação ou no sótão da casa.

DEDETIZAÇÃO DE MOSCAS

Moscas são atraídas por uma luz ultravioleta, pousam na placa adesiva e morrem, fora do alcance da nossa visão. A luz ultravioleta esteriliza os insetos mortos, impedindo que emitam contaminantes ou odores.

INCÔMODOS E DOENÇAS:

Pousam em materiais contaminados e depois transferem às pessoas por contato com alimentos ou corpóreo direto, transmitindo conjuntivites, diarréia infantil, lepra, tifo, peste bubônica, tuberculose, cólera e intoxicações alimentares.

DEDETIZAÇÃO DE MOSQUITOS
MOSQUITOS

As fêmeas (só elas picam), de todas as espécies de mosquitos atraídas para as armadilhas, ficam presas na placa adesiva e morrem antes de depositarem seus ovos, cada fêmea eliminada evita o nascimento de no mínimo 20 novos mosquitos.

INCÔMODOS E DOENÇAS:

Somente as fêmeas picam causando irritação, incômodo, alergias, dengue, febre amarela, malária, elefantíase e filarioses (vermes).

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DOENÇAS CAUSADAS POR PRAGAS URBANAS
DOENÇAS CAUSADAS POR PRAGAS URBANAS

22/04/11

Confira a tabela, com algumas doenças e danos causados por pragas. Pragas Algumas doenças ou danos Baratas Diarréias, alergias, tifo, hepatite, hanseníase. Cupins Destroem o seu patrimônio. Escorpiões Picada com veneno e muita dor, podendo levar até a morte. Formigas Choque anafilático, transportam vírus, bactérias e fungos. Mosquitos Dengue, febre amarela, malária, desconforto no repouso noturno. Ratos Leptospirose, tifo, peste bubônica e hantavirose.
PROJETO PARA EXECUÇÃO EM DEDETIZAÇÃO.
PROJETO PARA EXECUÇÃO EM DEDETIZAÇÃO.

22/04/11